Meninas Itália

A Prostituta- Verídico

2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.12 23:55 TarmacWings festejando a volta de Robinho, condenado por estupro na Itália, o técnico Cuca também já foi julgado e condenado por estuprar uma menina de 13 anos na Suiça

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2020.10.12 15:36 gustasilvab Cuca e o estupro de Berna: uma pesquisa sobre o que aconteceu

Com o post sobre o caso gerando uma repercussão aqui no sub, resolvi postar esse texto, fruto de uma pesquisa que fiz ontem para tentar entender melhor o caso. Espero que gostem da pesquisa.
O TÉCNICO CUCA E O ESTUPRO DE BERNA
Com a repercussão negativa da contratação do atacante Robinho, condenado por estupro na Itália, pelo Santos, outro caso de violência sexual envolvendo uma personalidade do futebol brasileiro voltou à tona. Em 1987, durante uma excursão do Grêmio pela Europa, o então meio-campista Cuca, hoje treinador que comandará Robinho no peixe, ficou um mês preso em Berna, na Suíça. Ele foi acusado de estuprar uma garota de 14 anos chamada Sandra Pfaffli junto com outros três colegas de equipe. Cuca acabara de chegar ao time e sequer estreara oficialmente. Os detalhes do caso são nebulosos. Para tentar entender melhor o que aconteceu, procurei relatos no decorrer dos desdobramentos em jornais suíços e brasileiros da época. Eis o resultado dessas buscas.
Os primeiros relatos do escândalo de Berna foram registrados pela imprensa no dia 1º de agosto. O jornal local em língua francesa Le Nouvelist descreveu o incidente primeiramente sem identificar os atletas: “Quatro brasileiros, com idade entre 20 e 24 anos, foram presos ontem sob suspeita de estuprar uma jovem de 14 anos. Segundo seu depoimento, a adolescente foi estuprada na noite de quinta-feira em um hotel da cidade. A investigação imediata resultou na prisão dos quatro brasileiros. A vítima e seus agressores tiveram que ser examinados no Instituto de Medicina Legal da Universidade de Berna”. O nome dos gremistas, contudo, é revelado em outra notícia, ainda nessa mesma edição, em texto sobre a ausência dos quatro jogadores na partida dos gaúchos contra o Neuchâtel Xamax. “A agência Sportinformation revelou que os quatro titulares, Cuca, Eduardo, Henrique e Fernando, foram detidos pela polícia de Berna. No entanto, a agência especificou que ‘estes quatro jogadores eram suspeitos de terem comprado roupa interior feminina para as oferecer a menores que estavam com eles na loja’.” O texto ainda pondera que o motivo é “muito leve para justificar uma custódia policial”. O jornal em alemão Walliser Bote fez apenas uma breve menção ao caso no relato da partida e não se aprofundou no conteúdo das acusações. A imprensa brasileira não tardou a tratar do caso. Edição do Estado de São Paulo, ainda no dia 1º, reportou as prisões e deu os primeiros detalhes: “Segundo o vice-presidente de futebol do Grêmio, Raul Régis de Freitas Lima, que acompanha a delegação, a menina invadiu o quarto dos jogadores no Hotel Metropol pedindo flâmulas e camisetas do clube e, depois de algum tempo, saiu do local, inclusive vestindo uma das camisetas. Horas após, um grupo de policiais foi ao hotel para prender os jogadores, informando que a menina havia registrado queixa de ser vítima e violência sexual”. O jornal aponta que material genético dos cinco envolvidos fora coletado.
No dia seguinte, a Folha de São Paulo informa que o caso havia sido repassado ao Itamaraty pelas autoridades suíças e explica que os jogadores estavam mantidos separados em três prisões: Henrique e Eduardo em Berna, Fernando em Belp e Cuca em Bugdorf. A reportagem ainda traz um relato da mãe de Cuca, dizendo ter sido informada de que apenas Henrique e Eduardo mantiveram relações sexuais com a menor, enquanto acreditava que seu filho havia sido detido apenas para cumprir o papel de testemunha. Cuca e Fernando foram presos 24 horas depois dos outros dois companheiros, conta. A Folha de São Paulo do dia 4 traz relato de um irmão de Henrique, contando que dois jogadores, não identificados, admitiram relações sexuais com a menor, mas de forma consentida, o que fora confirmado pelos exames médicos realizados em Sandra. A suposta confissão foi reafirmada pelo Estadão em texto dia dia seis, mas dessa vez nomeando os envolvidos: Henrique e Eduardo. Segundo Peter Schauff e Andreas Roth, advogados contratados para defender os jogadores, não há dúvida de que existe culpa no caso. Eles, no entanto, alegas que consideram o delito algo banal. O consulado brasileiro já havia entrado em contato com os jogadores a este ponto. Fernando e Cuca seguem negando participação. Reportagens dos dias seguintes, contudo, contradizem Cuca, e apontam que apenas Fernando não esteve ativamente envolvido com a menina. Os advogados argumentam que a relação foi consentida e que eles acreditavam que ela já era maior de idade. A agência de notícias Ansa, replicada pela Folha, relatou que os jogadores se sentiram provocados quando Sandra trocou de camiseta na frente deles. O juiz Jurg Blazer, indicado para instruir o inquérito, resolve colher um segundo depoimento de todos os envolvidos.
A descrição mais forte da acusação foi publicada no dia 14 pela Folha de São Paulo. O jornal repercutiu uma entrevista de Sandra para o jornal Blick, em que ela narra como foi seviciada após ter ido ao hotel junto com amigos, que foram expulsos pelos jogadores. Apenas ela foi mantida no local. “Afirmou que foi imobilizada por Fernando, Eduardo e Cuca, enquanto Henrique a violentava. Um outro jogador teria mantido relações sexuais com ela, mas Sandra disse não saber quem é”. Não encontrei a publicação original com a entrevista completa.
No dia 20, nota do Estadão noticia que o Grêmio voltou ao Brasil sem a presença dos quatro acusados, ainda encarcerados na Suíça. No dia 29, os jogadores foram liberados e embarcaram de volta o Brasil, informa a Folha de São Paulo. O juiz Jurg Blazer concluiu que não houve violência na relação sexual entre os acusados e a adolescente. Segundo o Consulado do Brasil em Genebra, o juiz asseverou que, como não foi comprovada prática violenta, os jogadores não se caracterizavam como pessoas perigosas à sociedade. “Sendo assim, a pena máxima para os atletas seria a condenação com sursis (suspensão condicional da pena)”, explica o texto. O último relato que localizei na mídia suíça se deu na edição de 31 de agosto do jornal Neue Zürcher Nachrichten, apenas com a descrição da chegada dos jogadores em solo brasileiro.
Apesar de a diplomacia brasileira argumentar à Folha que o caso se encerraria com essa decisão, a acusação seguiu para julgamento, conforme acompanhou o jornal em 28 de outubro de 1988, na ocasião em que o Grêmio avisou os atletas que os custos processuais, a partir de então, seriam de responsabilidade deles. A última menção ao caso na Folha foi em 16 de agosto de 1989, onde informa que no dia anterior, Cuca e Henrique foram condenados a 15 meses de prisão, podendo cumprir pena em liberdade. O periódico não informou qual a tipificação penal da condenação. Àquela altura, Fernando e Eduardo também já haviam sido condenados. Desde a chegada dos quatro ao Brasil, o Estado de São Paulo só mencionara a acusação mais uma vez, após partida em que Cuca fez quatro gols, mas sem trazer nenhuma nova informação. Não consegui encontrar um acervo com ferramentas de pesquisas para consultar os jornais locais do Rio Grande do Sul.
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2020.06.24 00:01 jujuoshi Sera que Eu fui talarica?

Oi gente, tudo? Queria tirar uma dúvida com vocês, essa história faz um tempo que aconteceu e essa minha ex amiga que vou falar aqui nem mora mais na minha cidade, mas até hoje sinto que eu talvez tenha sido injusta com ela, quero saber o que vcs acham sobre!
Bom, era 2017, nos éramos melhores amigas inseparáveis! Éramos até vizinhas de porta no nosso apartamento. Estávamos juntas também, mas naquele ano nos íamos mudar de escola, e acabamos indo para uma escola bem diferente do que estávamos acostumada pois parecia um quartel general entende? Kkk enfim
Logo no início a gente não conhecia ninguém, e todos eram bem legais aparentemente. Então eles nos convidaram para uma festinha ( nos tínhamos 14 anos na época) então, fomos. E lá já tínhamos nossos crush da sala, mas eles não sabiam que nos existíamos kkk
Tinha uma dupla de amigos, assim como eu e ela que éramos. E curiosamente nos gostamos cada uma de um ( foi muito sem querer) então nessa festa ela ficou com João e eu com o amigo dele Pedro. ( nomes fictícios )
Eu nao estava apaixonada por ele e segundo ela, também não tinha nada com o outro. E assim ok. Teve aula na segunda feira, o menino João veio até mim saber se a minha amiga tinha curtido o beijo e eu já aproveitei pra saber se o amigo dele tinha curtido ficar cmg ( aquela coisa ) e então todo dia ele acabava perguntando se tava tudo bem se a ele não quisesse nada com a minha amiga e eu passava pra ela...
Em um tempo, eu e João começamos a ficar amigos, mas tipo super de boa. A gente só sentava junto as vezes e rua de piadas, tentei ver se tava tudo bem para minha amiga, até pq ela não pareceu se importar.
Sabe como são turmas na escola né, começaram a inventar que a gente se gostava e meu deusss começou aquela zona e eu juro que eu não gostava dele, eu gostava da amizade dele. Então com aquilo, minha amiga se afastou e eu notei, falei pra ela que não tinha nada ver mesmo, e eu fui sincera.
Ela ainda tava meio estranha comigo e eu queria saber pq, mas ela nunca se abria. Com o tempo as piadas acabaram e seguimos todos bem. Até que um dia eu notei que eu tava tendo certo sentimento por ele, mas eu não quis me precipitar até porque eu podia ter confundido as coisas. Mas eu notei que da parte dele também estava vindo mas não queríamos estragar nossa amizade/
Entao, tempo vai e vem e acabamos ficando, como todos pensavam... e Eu contei pra minha amiga e confessei que eu tava gostando dele. Mas ela realmente ficou muito brava comigo, pq ela quem tinha ficado com ele primeiro. E eu tentei falar, que ela disse que nem tinha nada com ele ou se quer gostava dele. Mas mesmo assim ela se voltou contra mim.
Comecei a passar mais tempo com ele porque simplismente ninguém queria ficar comigo do receio então eu gostava de passar com ele, não nego. Mas ela ficava nos seguindo e falando que eu era uma traíra e que minha mãe ia ficar sabendo que eu tava namorando na escola. ( minha mãe sempre foi muito contra isso) e como a mae dela era nossa vizinha, ela contava tudo pra mãe dela falar pra minha, isso resultou em muita briga com a minha mãe pq eu juro que eu tava gostando muito dele e a gente não fazia nada demais na escola. Essa amiga ficou muito contra mim, colocou outras meninas contra, todo mundo me odiava praticamente, foi então que comecei meu pior período escolar de bullying etc ( conto pra vocês em outro post se quiserem aqui nos comentários) enfim, teve um dia que o João ficou muito bravo com essa situação toda e virou pra ela e chamou ela de tu quanto era nome, pesado como filha da puta (guardem esse xingamento) . Mas eu entendia a frustração dele, pq minha mãe não aceitava nossa relação por mais inocente que fosse.
No dia seguinte, a mãe dessa da minha amiga veio até minha mãe que é advogada e falou que queria meter um processo nele por ter ofendido ela. E queria tirar uns 5 mil do bolso dele e xingou o menino de ruim e tudo mais. Minha mãe ficou muito brava cmg e mandou eu cortar relações com ele... e minha amiga adorava me ver chorando por não poder ficar com ele, e depois disso eu perguntei pra ela se ela gostava dele e ela sempre negou então eu não sei porque ela fez tudo isso?
Parece que eu fui a talarica da história e acabei ficando um ano com um relacionamento pesado com a minha mãe, e tudo que eu fazia na escola ela ia falar pra minha mãe, não podia nem fazer dupla com o garoto.
Então eu achei melhor a gente encerrar aquilo é me senti muito muito mal, depois que eu parei de namorar com ele, ela nunca mais foi a mesma comigo, ela sempre aprontava nas minhas costas e negava tudo...
Hoje em dia não se vemos mais ou se quer falamos na internet. Fiquei um ano sem ter nada com João e hoje estamos namorando firme já faz um ano e meio. E agora minha mãe entende toda situação e adora ele.
E eu e João fomos viajar em um intercâmbio pra Itália, e minha mãe postou fotos nossas no face dela, e a mãe dessa menina chamou xingando a minha mãe, que ela era falsa por odiar o guri aquela época e deixar eu namorar ele atualmente. Bom gente, o que vocês me dizem sobre isso? Eu fui muito cuzona? Pq realmente eu me sinto um pouco culpada nessa história e não sei. Mas sei que hoje eu amo muito o João e está tudo certo entre nós, mas fico com essa pulga atrás da orelha em relação a essa situação no passado! Me ajudem fadas sensatas 🥺
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2020.05.20 02:16 wolfsuper História de uma Família Decente - Rosa Ventrella

SINOPSE
Uma saga familiar de rara beleza pela escritora que todos associam a Elena Ferrante. Sul de Itália, anos 80. Os verões em Bari velha são passados entre os becos de lajes brancas, onde as crianças se perseguem pelas curvas de um labirinto de ruelas, no meio dos aromas dos lençóis estendidos em arames e dos molhos saborosos. Maria, de doze anos, cresce aqui com os dois irmãos mais velhos. É uma menina pequena e morena, com feições selvagens que a tornam diferente das outras crianças uma boca grande e dois olhos quase orientais que brilham como pequenos buracos e uma certa maneira de ser hostil e insolente que lhe valeu a alcunha «Malacarne». Vive numa terra sem tempo, num bairro onde os abusos são sofridos e infligidos, e de onde é muito difícil escapar. No entanto, Marì não está disposta a submeter-se a normas que não respeita. O seu único apoio é Michele, o filho mais novo do clã Senzasagne, a gente mais decadente de Bari velha. Apesar da hostilidade entre as suas famílias, entre ambos surge uma amizade delicada, quase fraternal, que o tempo converte em amor. Um amor que, embora impossível, os preserva do rancor do resto do mundo.
Link: https://mega.nz/foldeL010VKgZ#XIcbbjdYC7lIqX6aPTZ8CQ
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2018.07.15 04:08 portalrbn Menina Morre Sugada Por Tubulação De Piscina Na Itália

Menina Morre Sugada Por Tubulação De Piscina Na Itália submitted by portalrbn to u/portalrbn [link] [comments]


2018.05.25 03:31 Loumier Vocês sabiam que o cuscus não é uma comida brasileira?

Minha vida toda foi uma mentira. Eu só fui descobrir isso depois de sair do Brasil.
Quando eu tinha uns 12 anos fui morar na Itália, até então eu sempre acreditei que o cuscuz era uma comida típica nossa. Na minha escola haviam muitos estrangeiros, principalmente da África, já que a Sicília é bem perto da África. Na minha sala havia uma menina da Tunísia e durante a aula de geografia estávamos discutindo sobre a cultura dos países africanos, inclusive comidas típicas.
Eis que ela começa a falar das comidas típicas do próprio país e ela cita o cuscuz. Fiquei chocado ao saber disso. Era só eu que sempre achei que o cuscuz era uma comida brasileira?
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